Os dois caminhos oficiais
Emissor público nacional (SEFIN / DPS): quando o município libera esse canal no catálogo da Administração Pública. O Fluxo 7 consulta o convênio ADN e só liga a API nacional se o emissor público estiver de fato habilitado.
Ligação municipal direta: quando a prefeitura não usa (ou não basta) o emissor nacional. O primeiro caso no Fluxo 7 é Fortaleza, SOAP ISS (Ginfes/ABRASF). Outras cidades com protocolo próprio entram no mesmo molde, sob demanda. Não entra Focus, Nota Gateway nem TecnoSpeed.
O que o prestador precisa acertar
- Certificado A1 da empresa, com senha que o sistema valida antes de gravar
- Inscrição municipal do tomador PJ do mesmo município (sem API pública estável CNPJ → IM; em Fortaleza, sem dígito verificador)
- IBGE do tomador de outro município; nesse caso a IM dele não vai na nota
- Competência da NFS-e de conta a receber = vencimento da conta, sem data futura (Fortaleza recusa lote no futuro)
- Simples: alíquota a partir do RBT12, anexos III ou V
O que o Fluxo 7 não promete
Nota em qualquer cidade neste instante. Sem emissor nacional ou ligação direta pronta, não há emissão. Ambiente de teste não gera nota de verdade na prefeitura.
Atualizado em 03/09/2026.
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O Fluxo 7 executa esse fluxo de ponta a ponta: cobrança no banco que você já usa, nota pelo canal oficial do município e caixa fechado para o contador. São 14 dias grátis, sem cartão de crédito.